quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

É pra falar de assunto polêmico Brasil? Então vamos falar!

Por Fabíola Oliveira

Após a longa caminhada um tanto dramática e exaustiva das eleições, passeatas em alguns pontos do Brasil pedindo o Impeachment de Dilma Rousseff e não obtendo o sucesso ou o resultado esperado, arrumaram um jeito de ir às ruas novamente e chamar a atenção para uma causa tanto quanto polêmica: a liberação da maconha.

Pessoas do mundo todo tem se unido a esta causa, uns por acharem que quando a droga for liberada será mais fácil dosa-la e controlar os usuários, outros por motivos de saúde em que buscam comprovar cientifica e até juridicamente que a mesma só faz bem a saúde e pode ajudar em algumas doenças.

Ao questionar jovens com idades entre 15 a 20 anos todos alegam o seguinte: “Se o cigarro e a bebida alcoólica podem, por que não a maconha? De mal pra mal tem que proibir tudo então”.  Há quem diga que pensamentos assim são extremamente radicais e que todos deveriam pensar na vontade do próximo, afinal não a nada demais em fumar um baseado ou cigarro, ou beber aquela gelada com os amigos numa social.

Porém, o problema começa quando a “liberdade” e o sentimento de “posso fazer o quero fazer” começam a tomar conta do ser humano, é aí que entre uma pitada e uma ‘branquinha’ pra relaxar, o vício aparece e toma conta. Acho que tudo aquilo que possa causar efeitos colaterais nocivos e tudo que possa ser prejudicial à saúde do ser humano deveria ser proibido.

A maconha tem o poder de causar distúrbios psíquicos em seus usuários, além da corrosível fumaça que vai direto para os pulmões, o que ocorre também com o cigarro, porém não atinge o sistema nervoso. A mesma coisa acontece com a bebida alcoólica que é prejudicial ao fígado e leva a pessoa a ficar bêbada e sem discernir o que esta fazendo.

Não tem como nessa altura do campeonato ser contra a legalização do álcool e do cigarro,porque vivemos uma situação em que seu uso social é aceito e está consagrado. O que é preciso fazer, é empenhar todos os esforços para desenvolver um programa educacional eficiente visando  impedir o aumento do consumo e, quem sabe, até mesmo baixá-lo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário